Fundamentos da Estratégia Transnacional contra a Cortaderia selloana2020-09-14T15:30:26+01:00

Que razões para uma Estratégia Transnacional de luta contra Cortaderia?

  • Documento necessário para promover e facilitar a coordenação e o compromisso comum. Pretende congregar esforços e desenvolver uma ferramenta prática que lance as bases de uma ação coordenada de lula contra a Cortaderia selloana. O objetivo é não só que coordene entidades de uma mesma localidade, região ou país, mas também que realize um trabalho conjunto entre os diferentes países que integram o Arco Atlântico, cujas regiões são diretamente afetadas pela forte invasão da espécie ao longo da linha de costa.
  • Porque as estratégias e os planos de ação surgem com a espécie já enraizada nos territórios. E as ações desenvolvidas até ao momento incidiram na eliminação e no controlo em zonas com elevadas densidades, descuidando a eliminação precoce, a prevenção, divulgação, sensibilização e comunicação. E, o que é mais importante, prescindiu-se de trabalhos de seguimento e restauro das zonas tratadas (Fig. 1.2).
  • Surge como resposta à necessidade de coordenação do grande número de entidades envolvidas em estancar a expansão da espécie, tanto do ponto de vista sectorial como geográfico. Entidades públicas e privadas de Portugal, Espanha e França, aos níveis local, regional, nacional e internacional e competentes em setores como biodiversidade, estradas, caminhos de ferro, portos, linhas elétricas, rios e costas.

Fundamentos da Estratégia

A Estratégia é um documento que define 7 linhas de ação para controlar a expansão da espécie. Estes são:

Fundamentos da Estratégia

Fundamentos da Estratégia

Entidades que podem aderir à Estratégia

A adesão à Estratégia implica tomar consciência do problema colocado pela espécie no território, assumir os critérios e objetivos da Estratégia e estabelecer um compromisso com a ação, investimento, integração, difusão, etc. de acordo com as competências de cada organismo aderente.

  • Organismos da Administração pública, de entidades locais, câmaras municipais, departamentos regionais, ministérios, serviços de proteção da natureza ou qualquer órgão relacionado com terrenos em Áreas Naturais Protegidas, vias de comunicação, obras públicas, infraestruturas de comunicação, energia e transporte de veículos, etc.
  • Empresas públicas e privadas, relacionadas com jardinagem, silvicultura, viveiros, consultorias ambientais, obras civis, construção e manutenção de estradas, taludes, caminhos, etc.
  • Empresas, fábricas e indústrias de posse ou concessão temporária de terrenos alterados que são colonizados pela espécie.
  • Universidades e centros de investigação que constituem linhas de investigação sobre a espécie, biologia, controlo, erradicação, métodos de restauro dos terrenos, etc.
  • Associações, fundações e diferentes ONG, relacionadas com conservação ambiental, património natural e educação e sensibilização ambiental.
  • Meios de comunicação, imprensa, rádio, televisão e meios digitais.